18nov2009
Empresa de arquitetura e design e precisamos de um estagiário na área de criação. O candidato precisa dos seguintes pré-requisitos:
- Cursando o 3º ou 4º ano
- Conhecimentos avançados no pacote Adobe (principalmente Photoshop, InDesign e Illustrator)
- Noções de diagramação e editoração
- Agilidade para cumprir prazos apertados
- Comunicativo, com disposição para entrar em contato com fornecedores
- Criativo e disposto a propor novas idéias
- Disponibilidade para início imediato Conhecimentos em Flash e HTML, com disponibilidade para estagiar no período vespertino são um diferencial.
Só aceitaremos currículos com portfólio (seja profissional ou acadêmico).
Contato: Karina Faria / Leandro Kondo
E-mail: karina@r2.arq.br / leandro@r2.arq.br
Local: Butantã – SP www.r2.arq.br
16nov2009
A Universidade Positivo promove no dia 18 de novembro, às 19:30h, em Curitiba, uma palestra internacional de Bruno Maag, fundador da Dalton Maag, empresa que há 18 anos projeta fontes em estúdios em Londres e no Brasil. A DaMa atende clientes como BMW, Puma, Toyota e Virgin.
A palestra será em inglês e vai tratar das mensagens transmitidas pela poluição visual e o tomo de voz de algumas fontes projetadas pela Dalton Maag.
A palestra será no auditório do Bloco Bege da Universidade Positivo (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido – Curitiba – PR).
Informações: design@up.edu.br / 3317-3176
Popularidade: 4%
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Design Gráfico, Eventos
16nov2009
Dê um pulinho no seu mercado favorito e repare na sessão de bebidas. Mais especificamente, na de vinhos. Lá você vai encontrar os nacionais, os importados, os sangues de boi da vida e, dependendo do lugar, os vinhos de sangue azul. Preços? Vão desde os R$ 5,00 até bem mais de R$ 500,00. Dependendo de onde você esteja, mais de R$ 1.000,00! Tem gente que gosta do “vinho docinho” e há quem torça o nariz para isso. Tem que entende e dá valor à acidez do vinho, só tomando os rascantes (por favor, “vinho seco” é vinho em pó). Os que gostam de vinhos nobres tentam convencer os que gostam de vinhos doces que aquilo não presta e que eles deveriam educar o paladar. Os que gostam de vinhos doces retrucam que os rascantes são muito ruins e que preferem o garrafão da cantinha do Seu Antônio. Um grupo sempre vai torcer o nariz para o outro e seus gostos, ainda que por vezes alguns da turma do vinho doce acabem mesmo passando a gostar dos vinhos nobres.
Ok, ok, tio… Mas o que diabos isso tem a ver com design?
Tem a ver que eu nunca vi uma vinícola francesa dizendo que as vinículas sulamericanas que produzem vinho de R$ 5,00 deveriam começar a cobrar R$ 50,00 por garrafa para que o mercado se mantenha competitivo. Mas no mundo do design todo mundo parece achar que é assim que a famigerada banda toca.
Vamos continuar com os vinhos.
A Vinícula Aurora começou sua história com vinhos de baixa qualidade, voltados para o povão que não tinha nem grana nem interesse em pagra um preço alto por um vinho realmente bom. Mas também, desde quando uma vinícula brasileira iria concorrer em qualidade com outras? Nunca tivemos nem solo, nem clima, nem varietais que permitissem isso. Aqui só dava mesmo para fazer vinho de baixa qualidade. E fazíamos. E vendíamos.
Mas com o tempo, a situação econômica foi melhorando. A Aurora foi crescendo e estabelecendo mercado. Aos poucos foi pesquisando microclimas com solos adequados, foi importando mudas de parreiras, foi refinando seu processo de fabricação. Como consequência, foi melhorando a qualidade de seus vinhos. Essa melhora foi resultado de investimentos em pesquisa e aprimoramento de maquinário. Custou caro e deu retorno. Hoje a Aurora produz vinhos de ótima qualidade, elogiados por sommeliers e enólogos por todo canto. Claro; são vinhos bem mais caros, na faixa de R$ 50,00. Dez vezes o preço da que podemos chamar de “linha popular”. Que eles ainda produzem e, se me perdoam o trocadilho, vende como água. Ou vocês acham que eles seriam bobos de deixar de ganhar dinheiro com essa faixa de mercado? Em uma estratégia básica, lançaram o selo “Aurora Reserva Especial” para seus vinhos caros e mantiveram o “Aurora” para os populares.
Voltemos ao design.
No mercado de trabalho encontramos aqueles designers que fizeram cursos universitários, politécnicos ou buscaram uma formação teórica para com esse conhecimento poder desenvolver — de acordo com seu talento individual, claro — trabalhos de alto nível conceitual e formal. Temos também os profissionais que buscaram um conhecimento profundo das ferramentas com cursos em Corel, Illustrator, Photoshop, 3D e outros, ou futucando a internet horas a fio atrás de tutoriais e apostilas, onde aprenderam. Há quem goste de chamá–los micreiros mas eu acho o termo pejorativo e prefiro chamá–los de técnicos em design, que geralmente fazem excelentes trabalhos, também de acordo com seu talento individual, mas normalmente com falhas conceituais e formais.
Questão: todo cliente precisa de um trabalho com alto grau conceitual e formal? Porque esse alto grau tem um custo advindo do investimento feito por quem se preparou para obtê–lo. E temos de lembrar também que o objetivo do design nem sempre é o cliente mas na maiora das vezes o cliente do cliente.
Se a Vinícula Aurora tivesse começado a oferecer seus vinhos da linha Reserva Especial a preços populares ela estaria educando o gosto popular para vinhos? Não, isso é ilusão. E uma ilusão arrogante pois parte do princípio que quem gosta de vinhos doces está errado. Da mesma forma que achar que fazer trabalhos de design sofisticados para um público que não tem visão para os detalhes desse trabalho não é educar o olho do público: é empurrar goela abaixo algo que esse público não apenas não quer pagar como não quer receber.
Os pequenos escritórios de design baseados em trabalho técnico, o birô que oferece serviços de design e outros da mesma linha, que trabalham com preços populares existem justamente para atender essa demanda de um público que não faz a menor questão de ter uma identidade visual sofisticada, com todas as leis da Gestalt em ordem.
Esse cliente quer um designer? Segurem os egos, crianças: não, ele não quer. O que ele precisa é de um bom e competente técnico em design. Ele quer algo que lhe dê uma identificação visual junto a seu próprio público, dentro de uma linguagem visual cultural própria, sem se preocupar com cores Pantone ou equilíbrio de forma. E quer pagar exatamente pelo que ele precisa que seja feito. Nós, designers, não apenas somos inúteis para ele como muitas vezes seremos mesmo um estorvo.
Profissionais de outras áreas onde existe essa diferença entre o “nível superior” e o técnico sabem que experiência excelente é trabalhar ao lado de um técnico competente. Equipes assim geralmente realizam trabalhos de altíssima qualidade tanto técnica quanto teórica pois agregam os dois mundos. Mas, por algum motivo que eu não entendo a simples menção a “trabalho em equipe” parece dar verdadeiras crises de angina na maioria dos designers; com um técnico, sabendo que ele está no mesmo nível que você, então, chega a ser impensável.
Então, pessoal, aprendamos a meter nossas sacrossantas violas no saco para não darmos no saco alheio. Vamos parar de querer transformar técnicos em design em designers na marra. Se eles quiserem ser designers podem ser por decisão própria (e com o conhecimento que têm provavelmente serão excelentes designers). Se eles querem ocupar o nicho de mercado de quem não precisa de designer mas sim de técnicos, então estão mais do que certos em serem técnicos e bons no que fazem. Designers deveriam aprender a trabalhar com os técnicos e não contra eles. Aprendamos a olhar esses birôs e estúdios técnicos não com cara de nojinho ou como ameaças à profissão mas como parceiros valiosos com quem podemos trabalhar de igual para igual.
Cada um de nós, sozinho, atende a um mercado específico, com necessidades específicas. Em conjunto, todos podem ter mais oportunidades de crescimento profissional. E pessoal.
E lembrem–se: se for dirigir, não beba; mas se for beber, me chame.
16nov2009

o Istituto Europeo di Design (IED) de São Paulo apresenta os melhores talentos criativos que concorrem a bolsas de estudos para os cursos de graduação 2010 nas áreas de Moda, Design e Artes Visuais. O IED é uma instituição reconhecida internacionalmente nas áreas de moda, design e artes visuais.
Experimente sua energia criativa, ganhe uma bolsa de estudos e se prepare para atuar no pulsante e criativo mercado brasileiro de design, nas áreas gráfica, digital e virutal. Descubra seu talento e venha estudar design gráfico e design de multimedia Os concorrentes, entre 18 e 25 anos, irão mostrar seus projetos relacionados ao tema EU SOU O FUTURO!.
Os candidatos devem manisfetar seus objetivos em relação ao futuro. O que há de vir. O poder de transformar em realidade os próprios sonhos. Os projetos selecionados serão publicados no site www.tododiacriativo.com. Os internautas poderão votar, fazer comentários e tornar-se fã dos projetos.
As inscrições podem ser feitas a partir do dia 05 de novembro de 2009 até o dia 20 de janeiro de 2010. Os projetos podem ser enviados ao e-mail: tododiacriativo@ied.edu
12nov2009
No mês de novembro, acontece em Brasília a SEMADI Semana de Design de Interfaces. Evento realizado pelos alunos do 4º semestre do curso de Design de interfaces da Faculdade Fortium.
Com o tema “Isso é design de verdade!”, nessa 11ª edição, temos como objetivo promover e facilitar a cooperação entre profissionais e estudantes da área e mostrar a todos os interessados que o design não trata apenas de estética e sim de processos funcionais, construtivos e inovadores.
Além de palestras e oficinas, os frequentadores poderão conferir a exposição de trabalhos produzidos por alunos no decorrer do curso.
Dias 23, 24 e 25 de novembro no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.
12nov2009
Abriu uma vaga para estágio aqui na Totem.
Pré-requisitosDomínio do pacote Adobe (illustrator, photoshop e indesign)
DesejávelIlustração, noções de web design, Excel e PowerPoint.
Carga horária: 6h
Remuneração: R$ 500,00
Benefícios: vale transporte, ticket refeição e 30% de desconto nas roupas da Totem.
Os interessados devem enviar e-mail com currículo e portfólio para design@totemnet.com.br
11nov2009
O PPD/Esdi (Programa de Pós-graduação em Design da Esdi) convida para a palestra “Litografia comercial pernambucana – Olhares retóricos”, que será ministrada pelo professor Hans da Nobrega Waechter nesta quinta-feira, 12 de novembro, às 14h30.
Hans Waechter é designer formado pela UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), com mestrado e doutorado realizados na Universidat Autònoma de Barcelona. Atualmente é professor adjunto do Departamento de Design da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) atuando especialmente nos temas do design da informação, design gráfico, linguagem gráfica e design e sustentabilidade, além de ser coordenador científico da Rede Brasil de Design Sustentável.
A palestra, que é aberta ao público, acontecerá a partir das 14h30, e será seguida por debate. A Esdi fica na Rua Evaristo da Veiga, 95 (Lapa). Mais informações pelo e-mail ppdesdi@esdi.uerj.br.
Popularidade: 3%
0 COMENTÁRIOS Armando Fontes
Design Gráfico
10nov2009
Após uma enquete entre os cartazes enviados. O mais votado foi o de Giovanni Piazza, com um total de 82 votos.

Portanto, Giovanni fatura o livro Designer não é Personal Trainer de Adélia Borges, oferecido pela Editora Rosari.
Juntamente com o Giovanni os outros premiados da promocao Rosari + dG 10 anos, são:
- @raffaus levou A Fadinha serifa - Descoberta do mundo das letras de RenéSiegfried.
- Vanessa do vannydesigner faturou Livro Infantil? Projeto Grafico Metodologia Subjetividade de Guto Lins.
- o blog Carvão, ficou com o livro Do maíz a Maizena®: Um layout de 140 anos de Tadeu Costa
- Faces do design - cultura arte educação design digital de diversos autores foi para Marie Asmar
Muito obrigado mais uma vez a todos os participantes. Parabéns aos vencedores e nosso muito obrigado a Editora Rosari!
Popularidade: 3%
0 COMENTÁRIOS Armando Fontes
Design Gráfico