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16nov2009

Que vinho você prefere?

Dê um pulinho no seu mercado favorito e repare na sessão de bebidas. Mais especificamente, na de vinhos. Lá você vai encontrar os nacionais, os importados, os sangues de boi da vida e, dependendo do lugar, os vinhos de sangue azul. Preços? Vão desde os R$ 5,00 até bem mais de R$ 500,00. Dependendo de onde você esteja, mais de R$ 1.000,00! Tem gente que gosta do “vinho docinho” e há quem torça o nariz para isso. Tem que entende e dá valor à acidez do vinho, só tomando os rascantes (por favor, “vinho seco” é vinho em pó). Os que gostam de vinhos nobres tentam convencer os que gostam de vinhos doces que aquilo não presta e que eles deveriam educar o paladar. Os que gostam de vinhos doces retrucam que os rascantes são muito ruins e que preferem o garrafão da cantinha do Seu Antônio. Um grupo sempre vai torcer o nariz para o outro e seus gostos, ainda que por vezes alguns da turma do vinho doce acabem mesmo passando a gostar dos vinhos nobres.

Ok, ok, tio… Mas o que diabos isso tem a ver com design?

Tem a ver que eu nunca vi uma vinícola francesa dizendo que as vinículas sulamericanas que produzem vinho de R$ 5,00 deveriam começar a cobrar R$ 50,00 por garrafa para que o mercado se mantenha competitivo. Mas no mundo do design todo mundo parece achar que é assim que a famigerada banda toca.

Vamos continuar com os vinhos.

A Vinícula Aurora começou sua história com vinhos de baixa qualidade, voltados para o povão que não tinha nem grana nem interesse em pagra um preço alto por um vinho realmente bom. Mas também, desde quando uma vinícula brasileira iria concorrer em qualidade com outras? Nunca tivemos nem solo, nem clima, nem varietais que permitissem isso. Aqui só dava mesmo para fazer vinho de baixa qualidade. E fazíamos. E vendíamos.

Mas com o tempo, a situação econômica foi melhorando. A Aurora foi crescendo e estabelecendo mercado. Aos poucos foi pesquisando microclimas com solos adequados, foi importando mudas de parreiras, foi refinando seu processo de fabricação. Como consequência, foi melhorando a qualidade de seus vinhos. Essa melhora foi resultado de investimentos em pesquisa e aprimoramento de maquinário. Custou caro e deu retorno. Hoje a Aurora produz vinhos de ótima qualidade, elogiados por sommeliers e enólogos por todo canto. Claro; são vinhos bem mais caros, na faixa de R$ 50,00. Dez vezes o preço da que podemos chamar de “linha popular”. Que eles ainda produzem e, se me perdoam o trocadilho, vende como água. Ou vocês acham que eles seriam bobos de deixar de ganhar dinheiro com essa faixa de mercado? Em uma estratégia básica, lançaram o selo “Aurora Reserva Especial” para seus vinhos caros e mantiveram o “Aurora” para os populares.

Voltemos ao design.

No mercado de trabalho encontramos aqueles designers que fizeram cursos universitários, politécnicos ou buscaram uma formação teórica para com esse conhecimento poder desenvolver — de acordo com seu talento individual, claro — trabalhos de alto nível conceitual e formal. Temos também os profissionais que buscaram um conhecimento profundo das ferramentas com cursos em Corel, Illustrator, Photoshop, 3D e outros, ou futucando a internet horas a fio atrás de tutoriais e apostilas, onde aprenderam. Há quem goste de chamá–los micreiros mas eu acho o termo pejorativo e prefiro chamá–los de técnicos em design, que geralmente fazem excelentes trabalhos, também de acordo com seu talento individual, mas normalmente com falhas conceituais e formais.

Questão: todo cliente precisa de um trabalho com alto grau conceitual e formal? Porque esse alto grau tem um custo advindo do investimento feito por quem se preparou para obtê–lo. E temos de lembrar também que o objetivo do design nem sempre é o cliente mas na maiora das vezes o cliente do cliente.

Se a Vinícula Aurora tivesse começado a oferecer seus vinhos da linha Reserva Especial a preços populares ela estaria educando o gosto popular para vinhos? Não, isso é ilusão. E uma ilusão arrogante pois parte do princípio que quem gosta de vinhos doces está errado. Da mesma forma que achar que fazer trabalhos de design sofisticados para um público que não tem visão para os detalhes desse trabalho não é educar o olho do público: é empurrar goela abaixo algo que esse público não apenas não quer pagar como não quer receber.

Os pequenos escritórios de design baseados em trabalho técnico, o birô que oferece serviços de design e outros da mesma linha, que trabalham com preços populares existem justamente para atender essa demanda de um público que não faz a menor questão de ter uma identidade visual sofisticada, com todas as leis da Gestalt em ordem.

Esse cliente quer um designer? Segurem os egos, crianças: não, ele não quer. O que ele precisa é de um bom e competente técnico em design. Ele quer algo que lhe dê uma identificação visual junto a seu próprio público, dentro de uma linguagem visual cultural própria, sem se preocupar com cores Pantone ou equilíbrio de forma. E quer pagar exatamente pelo que ele precisa que seja feito. Nós, designers, não apenas somos inúteis para ele como muitas vezes seremos mesmo um estorvo.

Profissionais de outras áreas onde existe essa diferença entre o “nível superior” e o técnico sabem que experiência excelente é trabalhar ao lado de um técnico competente. Equipes assim geralmente realizam trabalhos de altíssima qualidade tanto técnica quanto teórica pois agregam os dois mundos. Mas, por algum motivo que eu não entendo a simples menção a “trabalho em equipe” parece dar verdadeiras crises de angina na maioria dos designers; com um técnico, sabendo que ele está no mesmo nível que você, então, chega a ser impensável.

Então, pessoal, aprendamos a meter nossas sacrossantas violas no saco para não darmos no saco alheio. Vamos parar de querer transformar técnicos em design em designers na marra. Se eles quiserem ser designers podem ser por decisão própria (e com o conhecimento que têm provavelmente serão excelentes designers). Se eles querem ocupar o nicho de mercado de quem não precisa de designer mas sim de técnicos, então estão mais do que certos em serem técnicos e bons no que fazem. Designers deveriam aprender a trabalhar com os técnicos e não contra eles. Aprendamos a olhar esses birôs e estúdios técnicos não com cara de nojinho ou como ameaças à profissão mas como parceiros valiosos com quem podemos trabalhar de igual para igual.

Cada um de nós, sozinho, atende a um mercado específico, com necessidades específicas. Em conjunto, todos podem ter mais oportunidades de crescimento profissional. E pessoal.

E lembrem–se: se for dirigir, não beba; mas se for beber, me chame.

30out2009

UFRJ é a melhor universidade de Arte & Design do Brasil

premioufrj

O prêmio de Melhor Universidade do Brasil na área de Arte & Design saiu para a UFRJ. O troféu do 5º Prêmio Melhores Universidades foi concedido pela Revista Guia do Estudante Banco Real/Grupo Santander 2009, em  cerimônia realizada na última terça, dia 27, no Teatro do Memorial da América Latina, em São Paulo.

Foram premiadas oito áreas, cada uma com um troféu para melhor instituição pública e outro para melhor universidade privada. As áreas de Ciências Sociais e Humanas e Ciências Exatas e Informática da UFRJ ficaram entre as três finalistas. Neste ano, o curso de Desenho Industrial ganhou a cotação “Excelente” na avaliação anual do Guia do Estudante.

Para o professor Marcus Dohmann, coordenador do Laboratório do Núcleo Gráfico do Departamento de Comunicação Visual (LabGraf) da Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ), o prêmio torna a universidade vitrine nacional no setor de Arte & Design e referência para outras instituições.

“O troféu não é importante apenas para uma área, mas para toda a UFRJ, que precisa investir mais em sua imagem, ainda pouco notória no cenário nacional”, destacou Dohmann, enfatizando ainda o empenho de todos os funcionários do setor para que o prêmio fosse conquistado.

Fonte: www.ufrj.br/mostraNoticia.php?cod_noticia=8752 

2out2009

Créditos por favor

Ontem me senti extremamente lisonjeada… meu artigo foi copiado!! Sei que isso quer dizer que o conteúdo está realmente bom. Que gostaram tanto, que mereceu um CopyPaste. Mas mesmo assim, não posso escrever no meu curriculum: artigos escritos para a lista DG que tem sido muito copiados, não dá né?

Vou brincar com o personagem do colega Paulo Loyola… que coisa feia, Zezinho!! Como um puxão de orelha. Quais livros você leu sobre o tema, quando em sua vida passou por situações semelhantes às do texto? Artigos são textos tão pessoais, que é como se roubassem uma página do seu diário…

Geralmente escrevo assuntos que fazem sentido com o meu dia-a-dia, meus projetos e que possam vir a inspirar e ajudar outros profissionais. O problema é que se trata de conteúdo intelectual produzido especificamente para o site da DG, dar créditos ao texto é a atitude ética que se espera de qualquer profissional com o mínimo de discernimento.

Já vi muitos sites inspirados pelo meu conteúdo por ai. Na verdade, isso mostra que a comunicação está sendo eficaz. Essa é a intenção: inspirar a galera, trazer aquele ar fresco para a cabeça de vocês… Ajudar a todos os criativos a criar mais e melhor. Mas com créditos, por favor!!

Carol Hoffmann (@carolhoffmann)

1out2009

Projeto gerAcao - Voluntariado e Empreendedorismo

voluntario

Projeto gerAção - Voluntariado e Empreendedorismo. O projeto é fruto da parceria entre duas organizações, o Centro de Ação Voluntária de Curitiba (CAV) e a Aliança Empreendedora (AE), com o apoio do Instituto HSBC Solidariedade.

CENTRO DE AÇÂO VOLUNTÁRIA DE CURITIBA (CAV)
O CAV é uma organização sem fins lucrativos com mais de dez anos de experiência que atua no equilíbrio entre a oferta e a procura de trabalho voluntário na cidade de Curitiba, prestando consultoria para empresas interessadas em criar Programas Empresariais de Voluntariado (PEV) para seus colaboradores. A partir dos PEVs, o CAV adquire a sustentabilidade necessária para apoiar mais dois públicos que também são o foco da organização: pessoas interessadas em ser voluntárias e organizações da sociedade civil que querem receber voluntários.

Mais informações:
www.acaovoluntaria.org.br

ALIANÇA EMPREENDEDORA (AE)
A Aliança Empreendedora é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que trabalha no fomento, apoio e fortalecimento do empreendedorismo comunitário em grupos de geração de renda de comunidades carentes como ferramenta de redução da probreza, melhoria na qualidade de vida e fator de inclusão e desenvolvimento econômico e social. Para isso, a AE atua através do “Sistema de Acessos para a Inclusão Empreendedora”. São três os acessos: SAGA, acesso a conhecimento e informação;
IMPULSO, acesso a crédito, tecnologia e infra-estrutura; SOLIDARIUM, acesso a canais de comercialização e design.

Mais informações: www.aliancaempreendedora.org.br

O que é o Projeto gerAção?
O projeto promove o voluntariado transformador em grupos de geração de renda apoiados pela AE, de modo a impactar no aumento de renda dos grupos produtivos. O trabalho voluntário representa uma redução de custo aliado à agregação de valor aos produtos dos grupos atendidos pelo projeto.

Ex: Um grupo que produz bolsas femininas a partir de embalagens Tetrapak recicladas, que tenha uma marca desenvolvida de forma voluntária por um profissional da área de Design, além de ter uma identidade visual, reconhecimento, acesso a outros mercados consumidores, visibilidade e maior credibilidade, há uma redução de custo no produto final e, consequentemente, uma maximização do seu lucro.

Mais informações: www.projetogeracao.org.br

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0 COMENTÁRIOS Armando Fontes Empreendedorismo
1out2009

15h30 - Entrevista com o Sr. Etevaldo

Normalmente é fácil reconhecer em um ambiente universitário a turma das áreas criativas. Você olha em volta e vê conversando um grupinho com uma concentração acima da média de tatuagens, piercings, roupas incomuns e cabelos mais incomuns ainda e pode ter certeza que é um grupo de designers. Talvez publicitários se tiver alguém de rabo de cavalo. Certo. E? E que normalmente esse pessoal resolve levar esse estilo visual para a vida profissional. Ok, ok, reconheço que muita gente acha que um criativo tem de ter um visual… bem… um visual criativo. Só que, Joãozinho, não é sempre assim que a banda toca.

Se você é do tipo que trabalha em casa, só lidando com clientes pela Internet de modo que ninguém vai ver a sua cara — quando muito um avatar no MSN ou no SecondLife — é claro que isso não faz a menor diferença. Mas, chamem-me de retrótrado se quiserem, mesmo com toda a tecnologia de comunicação atual ainda não inventaram uma forma melhor de trocar idéias e resolver problemas do que o encontro pessoal. Reuniões com clientes acabam sendo necessárias em alguns pontos–chave de qualquer projeto. E se você quer ter a velha carteira de trabalho assinada não há como fugir das entrevistas com contratadores ou a turma do RH. E aí, garotada, é que o visual “criativo” pode ser, como dizia um amigo meu, uma “faca prá dois legumes”.

“Pô, cê quer dizer que eu vou ter de tirar os meus piercings e alargadores?”, pergunta o rapaz na quarta fila, “E o que eu faço com minhas tatús?”

Calma, rapaz… Calma… Também não precisamos ser radicais nem por um lado nem por outro. É claro que cada um de nós tem seu estilo de ser, que casa muito bem com nossas vidas particulares. Mas ao travarmos contato com clientes ou entrevistadores temos de nos lembrar que o que está em jogo ali não é apenas nosso talento e experiência mas o quanto o contratante vai achar que nós conseguiremos nos adequar à cultura empresarial ou ao modo de ver o mundo particular da sua firma. E não podemos nos enganar achando que o meio empresarial brasileiro, principalmente o corporativo, é progressista e aberto a novas idéias. Muito pelo contrário, o empresário brasileiro típico, seja de qual porte for, é conservador e muito fechado às possibilidades de experimentação e ousadia. O que ele quer é algo que seja de acordo com a norma vigente do mercado onde atue, que tenha uma certa identidade mas que não se destaque. Acreditem, já ouvi um cliente rejeitando uma identidade visual pois achou que iria destacar a marca dele do meio de outras. Da mesma forma, se você chega no contratante com uma aparência que ele ache que vai destacar você do restante da equipe ou que demonstre a um cliente que suas idéias são muito avançadas, corre o risco sério de perder a vaga ou o trabalho.

E aí? O que fazer? Ora, bolas! Será que justo você, Joãozinho, um designer competente não viu uma saída para esse dilema? Já viu? Que bom! Isso mesmo, da mesma forma que você busca equilibrar uma peça gráfica a saída é equilibrar a sua imagem. Principalmente com suas atitudes.

A primeira coisa é simples, chama–se postura. Aquilo que sua avó vivia reclamando que você não tinha. São esses seus ombros caídos para frente, as costas curvas, pernas arqueadas e por aí vai. Apresentar-se com uma postura ereta, demonstrando uma elegância quando se anda e quando se está parado sempre são uma boa idéia para causar uma boa impressão. Da mesma forma, nada de se jogar na cadeira. E não estou falando de colocar uma perna por sobre o braço da mesma ou os pés na mesa do entrevistador. Falo de não ficar largado como se fosse um saco de lentilhas no chão da venda mas sentado que nem a vovó gosta de ver.

E roupas também são importantes de serem pensadas. Não que você deva ir com a mesma roupa que um administrador de empresas iria. Certamente isso iria parecer mais falso que uma escandinava sambando na Sapucaí e dizendo que é mulata. Mas aqui que ninguém aqui vai se sentir aviltado em seus princípios existenciais de identidade pessoal mais básicos só por usar durante algumas horas uma camiseta que pareça uma camiseta e não uma vestimenta alienígena. Mostre que você tem um estilo moderno e pessoal mas que também tem flexibilidade mental suficiente para saber trabalhar com limites e ambientações diversas. Pode ser também um excelente exercício de criatividade para você. Claro que não precisamos nem nos aprofundar na questão das roupas limpas, passadas e bem cuidadas.

Aliás, por falar em bem cuidados, cabelos e barbas são outro ponto a serem cuidados. Não importa a cor ou o tamanho (ou ausência de). Se parecem limpos e arrumados, bem cortados e aparados, já está muito bom. Mostra que você é alguém que liga para as coisas.

Porém o mais importante é — sem sombra de dúvida — sua educação. Esqueça o linguajar próprio que você usa com a sua turma ou mesmo sua família. Ali você está na Roma dos outros e então haja como aqueles romanos de lá. Deixe para lá as gírias e o jargão técnico (que, convenhamos, é só outra forma de gíria) e busque comunicar–se em um Português correto e claro. Pode parecer que não mas mesmo o sujeito com o maior visual de punk ou funkeiro irá parecer alguém extremamente agradável de se lidar e não alguém agressivo se falar de forma tranquila, correta e educada. Falar corretamente também demonstra que você domina o nosso idioma e, portanto, é alguém gabaritado no quesito comunicação.

De forma geral, não estou dando conselhos muito diferentes do que a Tia Zeferina deu a qualquer um de nós e continua dando, pelo visto. Mas não são apenas caretices dos parentes mais velhos que tinham mania de beliscar nossas bochechas quando éramos crianças. São dicas de boa convivência social que normalmente ignoramos com grupos nos quais somos íntimos mas que devem sermpre ser lembradas quando estamos travando contato com outros grupos sociais. Ainda mais quando os representantes desses grupos sociais podem decidir se vamos levar grana no processo ou não!

Ao nos apresentarmos como profissionais de design não estamos cumprindo um estereótipo do criativo ou lidando com a nossa patota. Não estamos ali como o sujeito ou a garota legal e descolada na balada. Estamos ali como profissionais e precisamos passar uma imagem profissional. Se só ver nosso portfólio genial fosse o bastante, ninguém faria entrevista. É no contato pessoal que um avaliador decide se somos ou não o empregado ou o fornecedor que eles querem. Então, pelo bem de nossos próprios bolsos: deixemos nosso ego alternativo de lado e aprendamos que agir profissionalmente não é apenas ter grandes idéias mas também cuidar de nossa imagem pessoal.

Em suma, quando for apresentar–se a um cliente ou entrevistador pense em si mesmo como em uma peça de design e se pergunte: “a mensagem que estou passando para meu público-alvo é a de que eu sou um profissional ou um alienígena de outra galáxia?”

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1 COMENTÁRIO Paulo de Loyola Empreendedorismo
29set2009

A Better World by Design / Um Mundo Melhor com Design

better

 

Agora em seu segundo ano, A Better World by Design traz junto uma comunidade global de inovadores vindos de Providence, Rhode Island para pesquisar com o intuito de unificar sobre um bem comum - fazer um mundo melhor.

A corrida do estudante está em trabalhar numa conferência com o intuito de criar conexões e catalizar projetos e interações para reformar o mundo onde vivemos através de forças plausíveis de pensamentos integrados e design.

Mais informações (em inglês): http://www.dexigner.com/jump/news/18822

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25set2009

Cinco razões para não se ter uma marca verde - e porque essas razões estão erradas

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Autor: Russ Mey

Todo dia um estudo é publicado sobre alguns aspectos de desenvolvimento sustentável. Quanto mais fatos surgem sobre o rápido envolvimento desse tópico, algumas suposições que são mantidas por executivos sobre torna-se verde são desafiadas.  Diversos desses mitos amplamente divulgados sobre marcas verdes podem ser refutadas com recentes dados da Landor’s 2009 ImagePower® Green Brands Survey, bem como dados de uma recente pesquisa. E continuando a acreditar em mitos considerados absoletos, corporações excutivas estão perdendo a oportunidade de gerar fortemente - e abaixo da linha de crescimento, vantagens competitivas  e um longo termo de diferenciação de sua marca. Com esses recentes achados, marqueteiros e campeões de sustentabilidade, podem quebrar mitos comuns que podem ser mantidos por suas companhias através do desenvolvimento de marcas verdes e passando assim, a tornarem-se líderes verdes.

Matéria completa (em inglês): http://ow.ly/r26V

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0 COMENTÁRIOS Beto Lima Design Gráfico, Empreendedorismo
24set2009

6 Anos de CentroDesignRio

centro

Parabéns à  todos que formam a equipe do CentroDesignRio: www.centrodesignrio.com.br

15set2009

8º Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio

alcoa

Podem ser feitas até o dia 16 de outubro, em prazo estendido, as inscrições para o 8° Prêmio Alcoa de Inovação em Alumínio. O prêmio, cujo objetivo principal é estimular o mercado brasileiro de alumínio e incentivar o conhecimento acadêmico produzido no país, é dividido em duas categorias, “Produtos e Aplicações” e “Gestão da Reciclagem”.

Podem participar, individualmente ou em grupo, tanto estudantes como profissionais. A categoria “Produtos e Aplicações” dirige-se a projetos inovadores de novos produtos ou aplicações em alumínio, enquanto a categoria “Gestão da Reciclagem” acolherá soluções criativas e inovadoras para a reciclagem do alumínio, com vista à promoção do desenvolvimento sustentável. Os primeiros colocados da modalidade “Profissional”, em cada uma das categorias, receberão R$ 11 mil, e os segundos colocados R$ 4 mil. Na modalidade “Estudante”, os valores serão, respectivamente, R$ 9 mil e R$ 3 mil.

Os professores orientadores dos primeiros colocados, nessa modalidade, receberão, ainda, R$ 5 mil, sendo que a instituição de ensino à qual o estudante está vinculado receberá também R$ 5 mil, em equipamentos didáticos.

Os orientadores dos projetos selecionados em segundo lugar receberão um Palmtop. Todos os vencedores receberão diplomas e troféus.

Mais informações e inscrições no site: www.alcoa.com

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3set2009

Ações promocionais no marketing digital

Uma das atividades mais populares no marketing é a ação promocional, ou como muitos chamam, a Promo. O principal motivo é que a promoção de vendas está diretamente ligada ao desejo de toda empresa de incrementar seu faturamento. As ações promocionais falam diretamente com o lado mais sensível da empresa : O bolso.

Mas quando olhamos para a Internet vemos ações promocionais tímidas, normalmente servindo de apoio para outras campanhas, para promoções do ponto de vendas, ou informando sobre desconto promocionais. Na verdade é possível obter muito mais do que isso. Você pode criar ações promocionais exclusivas para a Internet, que aproveitem as redes sociais dos próprios consumidores, e que criem um efeito rápido de divulgação. O resultado pode ser muito rápido e a relação custo-benefício bastante atraente.Mas para criar uma ação promocional na Internet você primeiro deve se perguntar: O que o consumidor quer?
É obvio que todos querem promoções e descontos, mas temos que lembrar os três principais desejos do consumidor on-line, antes de definir nossa ação promocional. O consumidor on-line busca Informação, Entretenimento e Relacionamento. São estes três desejos que devem ser trabalhados em uma ação promocional para que ela seja eficiente.

Assim sua ação promocional deve explorar estes três desejos do consumidor com um enfoque integrado:

Informação: A ação deve informar sobre a oportunidade única disponível somente pela Internet. A oferta pode estar associada diretamente ao produto, ou relacionada a alguma outra ação atraente para o público-alvo.
Entretenimento: A ação deve fazer com que o consumidor participe e se envolva em algum tipo de evento. Os sorteios parecem atraentes, mas são muito estáticos para a Internet. Uma competição, uma gincana, ou um jogo geram resultados mais interessantes.
Relacionamento: A ação deve envolver a rede de relacionamento do consumidor. Deve explorar de forma consciente a rede social a qual o consumidor pertence. O consumidor deve se sentir importante, na medida que a promoção valoriza não só ele, mas também seus amigos.
Para exemplificar o funcionamento das ações de promoção na Internet vamos falar de alguns produtos que desenvolvemos para serem utilizados com plataformas promocionais:

Twitter promo: Metodologia e ferramenta que permite lançar ações promocionais no Twitter, utilizando a capacidade viral da rede. Com ela, transformamos a oferta da promoção em uma competição onde o consumidor divulga a própria promoção, e ganham aqueles que trouxerem mais visitas ao site da promoção. Assim o consumidor se envolve em uma promoção, informando seus amigos de uma oportunidade imperdível, e ao mesmo tempo se beneficia dela, sendo premiado pela divulgação.
Pollgate( www.pollgate.com.br ): Uma rede social baseada em enquetes multimídia sobre diversos assunto. Com ele uma empresa pode promover um produto ou serviço a partir de enquetes, a serem respondidas pelos internautas. Além disso, é possível criar uma competição premiando aqueles que criarem uma pergunta relacionada ao produto e tiverem mais respostas.
Meusparabens( www.meusparabens.com.br) : Uma ferramenta web, que permite ao consumidor cadastrar os aniversários dos amigos e ser lembrado deles. Com ele uma empresa pode promover seu produto ou serviço oferecendo premiação aos aniversariantes cadastrados, ou motivando o consumidor a cadastrar os aniversários dos amigos, e posteriormente enviando oferta promocionais aos aniversariantes.
Meetango( www.meetango.com ) : Uma rede social onde o usuário informa “O que deseja fazer” - como assistir a um filme, ir a um show de rock, a uma exposição de arte - e encontra na rede alguém interessado em fazer a mesma coisa. Trata-se de um novo conceito de “future activity streaming”. Com ele é possível a promoção de eventos, onde os consumidores conseguem acompanhantes ou turmas para ir a Shows, ou a promoção de experiências com o produto, onde os consumidores montam seu próprio grupo de degustação ou experimentação.
Flirt Prints( www.flirtprints.com ) : Rede social de paquera, com a qual as pessoas anonimamente fazer contato no mundo off-line, depois se comunicam no mundo on-line para se conhecerem melhor. Com ele a empresa pode promover seu produto ou serviço nos cartões “flirtprints”, que o usuário imprime e distribui para suas paqueras. Depois de se conhecem on-line a mesma empresa pode oferecer o ponto de encontro, novamente expondo seu produto ou serviço.
Estilook( www.estilook.com ) : Rede Social para amantes e profissionais da Moda e Estilo, onde o consumidor mostra seu próprio estilo. Nele a empresa pode criar uma promoção onde os consumidores publicam fotos de como usar o produto, e os melhores “Looks”, que são votados pelos próprios consumidores. Além da promoção e da premiação, a rede ainda possibilita se entender as formas mais populares de uso dos produtos.
Go Zub ( www.gozub.com ): Rede Social que permite implantar em uma promoção o “estilo Twitter”. Com ele a empresa pode se utilizar da infra-estrutura do Gozub, com seu próprio logo, e promover uma campanha promocional para seus clientes, integrada ou não ao Twitter.
Todas estas ferramentas já estão disponíveis para implantação em campanha promocionais, e são adaptadas a cada cliente.
Fonte: www.claudiotorres.com.br

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