A Lista designGráfico é o maior grupo de discussão virtual sobre design gráfico e áreas afins do Brasil que utiliza a internet como meio de comunicação.
Já estão abertas as inscrições para o Curso de extensão Gestão de Marcas/Branding a distância pela EADFACHA, que se inicia dia 22 de fevereiro de 2010.
Curso introdutório que tem como objetivo a compreensão dos princípios fundamentais para a gestão de marcas, do papel dos profissionais do design e da comunicação no gerenciamento estratégico de marcas, visando à construção de valor para a marca.
Professor: Beto Lima, Diretor de Arte e Designer Gráfico com 25 anos de mercado aqui no Brasil e na Europa.
Foi professor convidado a ministrar aulas de Introdução ao Design (workshop) para gerentes de marketing, em 1988 na ESPM/Rio. É professor no curso de extensão Gestão de Marcas/Branding nas Faculdades Integradas Hélio Alonso desde 2008 e na Universidade Veiga de Almeida, desde 2009. É membro do THE ART DIRECTORS CLUB OF NEW YORK / USA desde outubro de 1994;
Sócio-diretor do STUDIO BETO LIMA Design & Comunicação: www.design-agency.com/STUDIO-BETO-LIMA/
Graduado em Publicidade pela SUAM/RJ(1979), em Belas Artes pela UFRJ(1983) e Comunicação Visual pela UNIVERCIDADE/ RJ(1988). Cursou o mestrado em Design na ESDI/ UERJ em 2008.
O curso tem o seguinte programa: O que é Branding; O que é uma marca; Tipos de Marcas; Brand Equity; Posicionamento, missão, visão e valores de uma marca; Identidade de marca; Propaganda e Design construindo valor para a marca e seus público;
- Princípios do processo criativo e estruturação do espaço gráfico; Descrição, conceituação e emprego dos elementos fundamentais de composição em uma peça gráfica: equilíbrio, unidade, contraste, proporção, harmonia, cor e tipografia.
- Introdução básica à Gestão de Marcas/Branding ; Identidade de Marca; Arquitetura de Marca;
Criatividade Visual da Marca; Estratégias de marcas. Haverá um exercício de brainstorm de um projeto proposto e execução do mesmo.
O público-alvo é formado por estudantes e profissionais de design, marketing, publicidade e propaganda.
É fundamental que possuam conhecimentos básicos dos softwares Corel Draw e/ou Illustrator e Photoshop. O investimento é de R$ 340,00| R$ 270,00 (Aluno ou ex-aluno Facha)
- Cursando Desenho Industrial Programação Visual a partir do 4º período ou Publicidade a partir do 5º período.
- Saber se virar em Photoshop, Ilustrator ou Corel Draw;
- Não ficar perdido se precisar usar o Word e Power Point;
- Ser apaixonado por tecnologia, internet e novidades da área.
Perfil:
Ser uma pessoa criativa, comunicativa, de bem com a vida, que goste de trabalhar em grupo, e com muita vontade de aprender e crescer profissionalmente. Ah, também tem que ser detalhista e atento com o acabamento dos projetos. Disso não abrimos mão!
Diferenciais: Se você tem conhecimentos em HTML/CSS, Indesign e ilustração, pode ganhar alguns pontos e sair na frente na disputa pela vaga.
Carga horária de 6h: R$600 + VR + VT Local: Barra da Tijuca
Envie seu currículo e portfólio para gente! rh@qx3.com.br
A UFC (Universidade Federal do Ceará), Campus Cariri, abriu duas vagas de professores auxiliares para o curso de Tecnologia em Design de Produto, com ênfase no design de calçados e jóias. O Campus Cariri da UFC fica na cidade de Juazeiro do Norte, e o curso, cuja primeira turma terá aulas a partir de 2010, funcionará no turno da noite.
Ambas as posições têm regime de 40h, com salário de R$ 2.809,50. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de outubro, pessoalmente ou por procuração, na Secretaria do Campus, que fica na Rua Tenente Raimundo Rocha, s/nº (Bairro Universitário), Juazeiro do Norte, Ceará.
O candidato deverá pagar, no Banco do Brasil, taxa de inscrição de R$ 111,00. Mais informações com a diretoria do Campus Cariri, pelo telefone (88) 3572-7200, ou no site: www.srh.ufc.br/editais.htm, onde pode ser obtido o edital (nº 102) e sua reabertura para o nível de auxiliar.
Podem ser feitas até o dia 30 de setembro, considerada a data de postagem, as inscrições para o concurso internacional de cartazes “Francisco Mantecón”, promovido pela empresa de vinhos espanhola “Terras Gauda”. O cartaz vencedor será utilizado em campanhas publicitárias da companhia, sediada na Galícia, durante um ano.
O é livre, porém os trabalhos devem estar relacionados com a marca da empresa e seus produtos. Cada participante poderá enviar até dois projetos. O prêmio para o trabalho vencedor será € 10 mil, e cada um
dos dois projetos escolhidos em segundo lugar receberá € 2 mil.
Em SEM LOGO - A TIRANIA DAS MARCAS EM UM PLANETA VENDIDO, Naomi Klein constrói formulações reveladoras sobre o reino das marcas: aponta os efeitos negativos do marketing na cultura, no trabalho e nas escolhas do consumidor, mostrando como multinacionais convertem o mundo em uma oportunidade de mercado. Logotipos e marcas são o que temos mais próximo de uma linguagem internacional: a maior parte dos seis bilhões de habitantes da Terra pode identificar o símbolo do McDonald´´s ou da Coca-Cola. No universo globalizado, gerenciar imagens e associações por meio das quais o consumidor se relaciona com um produto se tornou a chave do sucesso.
Em 1992, a Nike pagou 20 milhões de dólares a Michael Jordan para estampar o rosto do rei do basquete nas propagandas de seu mais novo tênis. A quantia fica ainda mais impressionante quando se descobre que é muito superior do que a que a empresa pagou a todo o conjunto de 30 mil trabalhadores indonésios que efetivamente fabricaram os calçados. Essa e outras histórias curiosas do mundo do marketing estão em SEM LOGO - A TIRANIA DAS MARCAS EM UM PLANETA VENDIDO, livro da jornalista canadense Naomi Klein.
O livro revela o processo de traição das promessas centrais da era da informação: opções, interatividade e liberdade crescente. Oferece, ainda, uma organizada compilação dos protestos mais significativos contra grandes corporações e sua influência mundial.
Saudada pelo The New York Times como “(…) a bíblia de um movimento”, esta obra foi considerada pelo jornal britânico The Observer “O capital do crescente movimento anticorporativo.
Uma antiga história muito contada pelos especialistas em gestão, eficiência, administração ou qualquer outra coisa do tipo — hoje em dia existe especialista para tudo — é a dos estadunidenses que gastaram uma fortuna para desenvolver uma caneta que funcionasse em microgravidade, durante os vôos espaciais enquanto os russos simplesmente levaram um lápis. Normalmente usa–se essa história para ilustrar a idéia de que soluções simples e óbvias costumam ser mais baratas, mais eficientes e tal. Eu a coloquei aqui por dois motivos. O primeiro foi tirar uma onda com os especialistas em [coloque aqui sua especialidade favorita]. A segunda foi para nos lembrar, principalmente aos mais novos, que ainda se pode usar essa coisa de madeira e grafite chamada “lápis„, mesmo no mundo informatizado de hoje.
“Putz!„, grita o garotão de tatuagens e piercings, “Alguém ainda usa isso? Deve ser um tiozinho que não saca de computador! Rá, rá, rá!„ (Ou algo parecido, no linguajar juvenil atual.)
Bem, moderninhos e moderninhas de plantão, eu tenho uma novidade para vocês… Sabiam que já se fazia design muito antes de inventarem o computador? Pois é, eu sei que isso pode parecer chocante para muita gente para a Internet não foi criada junto com os Himalaias nem o Adobe Illustrator precedeu a linguagem falada. Houve uma época em que composição era feita desenhando–se em uma folha de papel A3 e escrevendo–se com uso de réguas de tipos, quando o lápis e o guache, a tesoura e a cola (não o “control–v„!) eram ferramentas indispensáveis. E, por incrível que pareça, não estou falando do século XIX e sim de 1990.
E sabe o que se fazia naquela época? Absolutamente tudo o que se faz hoje em termos de design. Bem, podemos descartar o webdesign, é claro, uma vez que em 90 a Web mal utilizava imagens. Isso porque já se usava uma ferramenta que é essencial ao designer. É um hardware poderoso que muitas vezes esquecemos de utilizar, ainda que esteja sempre ali à nossa disposição. Chama-se cérebro.
É, isso mesmo. Os bons e velhos miolos. Aquilo que o Espantalho foi buscar na Cidade das Esmeraldas. Todo projeto de design deveria começar com o uso do cérebro. Infelizmente, com a imensa facilidade que as ferramentas de hoje proporcionam muitas vezes esquecemos de utilizá–lo. Abrimos logo nosso pacote gráfico favorito, vamos à Internet atrás de um tutorial porreta que faça algo parecido com o objetivo da proposta, damos umas pinceladas aqui e ali com uma das ferramentas prontas e… Voilá! Em menos de hora e meia temos pronta uma peça de design que os dinossauros levariam dias e dias para montar. Viu como somos evoluídos, práticos e cheios de style?
Não, não vi não. O que eu vejo são um monte de trabalhos que parecem ter saído da mesma forminha da moda e que daqui a dois dias estarão completamente ultrapassados — bem de acordo, aliás, com a efemeridade atual. E esse é o preço que pagamos pelas facilidades que as ferramentas atuais proporcionam. O cliente parte do princípio que o computador é que faz tudo então tudo pode ser para ontem. O designer compra a idéia de que o computador faz tudo e segue a moda e os tutoriais, entregando um trabalho corrido e insosso. O cliente fica satisfeito e paga, o designer fica satisfeito e recebe e todos ficam felizes e rasos.
Mas, que tal tentarmos uma coisa diferente? Da próxima vez que pegar um trabalho, que tal desligar o computador antes de começar o design? Isso mesmo, seja ousado! Desligue o computador!
Tire o pó do bom e velho lápis, pegue uma folha A3 (vende em um lugar chamado “papelaria„) para poder ter bastante espaço para criar, e comece a usar seu cérebro. Sem depender das idéias alheias, pense no projeto. Procure referências em outros lugares que não o Google, onde seus colegas e concorrentes estão procurando as mesmas referências. Sem depender de ferramentas prontas ou tutoriais deixe a imaginação fluir e as idéias originais surgirem. Rabisque, sinta as dificuldades e utilize–as a seu favor pois ao vencê–las você estará criando novas soluções. E ponha aquela folha de lado para trabalhar outra idéia. E outra. E outra. Isso mesmo, quantidade é qualidade; deixe de ser preguiçoso.
Então, quando você já tiver uma pilha de idéias ao seu lado, aí sim ligue sua ferramenta de microcircuitos, vá no seu pacote gráfico e reproduza com as ferramentas ali — que no fim das contas são apenas metáforas para as que você acabou de usar na vida real — reproduza o que você traçou livremente, o famoso rascunho virando arte–final. Veja como assim é possível se criar para muito além dos modismos e layouts pré–fabricados.
E se alguém falar mal… Ora, diga que você está na moda, sendo retrô ou vintage.
Fotógrafo desde 1978, graduado em jornalismo pela Puc Minas, foi editor de Fotografia do Correio Braziliense e repórter fotográfico de Veja, IstoÉ e O Globo. Seu trabalho como fotógrafo já lhe rendeu vários prêmios nacionais e internacionais, como o Líbero Badaró, o Nikon Awards e o Abril de Fotojornalismo. Depois de uma temporada de cinco anos em Nova Iorque, mora desde 2008 em Barcelona, atuando como fotógrafo free lancer. Além disso, co-edita a revista eletrônica sobre fotografia Pictura Pixel e assina uma coluna no site http://congressoemfoco.ig.com.br/index.asp. Versiani é avô de Gabriel, 5 anos, que já faz algumas fotos.