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25fev2008

Deutrabalho.com.br - Biblioteca de projetos acadêmicos

Cuducos manda avisar:

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O deutrabalho.com.br, pretende disponibilizar os trabalhos acadêmicos apresentados em encontros, congressos, seminários, semanas de TCCs, e qualquer evento em geral. Veja como publicar o seu.

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13fev2008

Chamada para publicação de artigos: International Journal of Design

Está aberta a chamada de artigos para o “International Journal of Design“, publicação científica livremente disponível na web que traz artigos sobre aspectos sócio-culturais do design, design local e global, gestão e estratégia do design, entre outros temas.

O objetivo é promover a troca de idéias entre pesquisadores de diferentes culturas, dando ênfase a pesquisas com resultados de interesse para a prática do design. Até o dia 28 deste mês, poderão ser enviados artigos completos para a próxima edição – número especial cujo tema será “Aspectos culturais do design de interação“. A chamada de artigos e outras informações sobre o “International Journal of Design” estão disponíveis no site: www.ijdesign.org.

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12fev2008

Designer, aconselhado ou vocacionado?

Por Cleber Muniz:

…Júnior, quando você crescer você será um médico, vai ser rico e vai poder ajudar a sua mãe, e toda a sua família!

Você talvez já tenha sido acometido por essa frase um dia, um conselho dado por sua família, em relação ao seu futuro profissional. Muitos seguem o conselho (é ai que mora o perigo), outros seguem a vocação.

Certo escritor disse: “descubra o que gosta de fazer, e nunca precisará trabalhar“. Creio que no Brasil existem estes dois tipos de profissionais (designers), os aconselhados e os vocacionados. O conselho está relacionado, as experiências vividas, vistas e admiradas pelas pessoas. A vocação está relacionada, a paixão, a dedicação, e o aperfeiçoamento.

Muitos designers, não conseguem ter êxito em sua carreira profissional, por que são “aconselhados”, ouviu alguém dizer:
Olha, faz design, por design dá dinheiro, hoje o que rola é fazer design!

O design está muito além do dinheiro, embora seja o que todo mundo espera por um trabalho prestado. Mais o que adianta sermos pagos pelos nossos serviços, ir a uma loja comprar um tênis novo, enquanto o seu cliente já esta murmurando pelos cantos, pelo seu péssimo trabalho como “designer de sobrevivência”.

É nescessário ter o pé no chão, ao escolher ser designer ou qualquer outra profissão. Não devemos fazer está pergunta precocemente: dá dinheiro? A pergunta deveria ser esta: qual é a minha vocação?

Qual é a sua vocação? Se na for o design…posso te dá um conselho? Por favor, não me peça isso, pelo menos em relação a sua profissão. Siga a sua vocação.

Cleber Muniz, 19, estudante de design, possui formação técnica em design pelo SENAC-GO e desenvolve projetos gráficos Junto ao SESC-GO  desde 2006.

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11fev2008

Chamada de trabalhos para o P&D design 2008

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Está aberta e terá seu primeiro prazo no dia 15 de março a submissão de trabalhos e de propostas de workshops para o “8º P&D Design – Congresso brasileiro de pesquisa e desenvolvimento em design“, que acontecerá entre os dias 8 e 11 de outubro no campus Santo Amaro do Centro Universitário Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), em São Paulo.

Foram definidos para esta edição 12 tópicos dentro das categorias:

  • Teoria e Crítica do Design
  • História do Design
  • Metodologias do Design
  • Pedagogia do Design
  • Projetos em Design
  • Design e Tecnologia

O congresso bienal é voltado à discussão do ensino e pesquisa em design e é o maior evento do gênero na América Latina. Mais informações pelo telefone (11) 5682-7528 ou no site www.sp.senac.br/ped2008.

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25jan2008

Marcas animais. Alguém arrisca o nome de todas?

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Marcelo Tomaz

Já pararam para pensar na quantidade de marcas que utilizam animais como símbolo? Separei algumas delas para que vocês possam exercitar a memória, ostentar conhecimento ou, quem sabe, simplesmente passar o tempo. Para ajudar, vou dar a minha opinião a respeito de cada uma, mas duvido que acertem todas. Opa, provoquei hein?

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clique para ampliar

1 - Alemã. Sua estratégia de marketing em 2006 foi brilhante.
2 - É do hemisfério sul. Sou fã da simplicidade e objetividade dessa marca.
3 - Sonho de consumo. A sinuosidade da marca atrai.
4 - Versão antiga de uma gigante asiática que mudou sua marca recentemente, para melhor.
5 - Francesa do segmento esportivo, o conjunto completo da marca é um horror.
6 - Ego, inveja e desejo, como marca, acho mal resolvida.
7- Inglesa, nasceu antes do tênis e, pelo jeito, também antes do design.
8 - Acho que o símbolo merece alguns ajustes, peca pelo excesso de detalhes.
9 - O posicionamento dessa marca sempre foi meio confuso, eu não gosto.
10 - Gosto mais da homônima alemã.
11 - Do segmento alimentício, passou por uma reformulação que melhorou uma marca que não era ruim.
12 - Sentimentalista. Competir com a simpatia de um panda é tarefa árdua, convenhamos.
13 - Passa o recado. Quem é fã de cinema americano, mata fácil.
14 - Como marca, é feia, mas se gera desejo, quem vai contra?
15 - Olhou, matou. Gosto da simplicidade.
16 - Italiana, seus produtos nunca passam despercebidos, nunca.
17 - Esse dragão com seis patas é inconfundível, eu gosto.
18 - Francesa, e não é a Renault, usa um leão, e não é o Gilberto Barros.
19 - Se fosse um empresa brasileira, não teria esse nome nunca.
20 - Referência no setor bélico nacional, a marca merecia um cuidado maior.
21 - Resultado de uma mudança recente, o resultado não foi dos melhores não.Artigo originalmente publicado em:
Revista Recall 93/2007 - coluna “Marcas Animais”

Acessem o bla-marcelotomaz e me enviem as respostas, ou as perguntas, ou sei lá, só acessem.

Bla-marcelotomaz nasceu em 2005, como um blog de opinião, criado para falar facilmente sobre temas nem sempre tão fáceis, como branding, design, propaganda, marcas e afins. Quem quiser saber mais sobre o assunto, basta acessar bla-marcelotomaz.com.br

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1 COMENTÁRIO Armando Fontes Design Gráfico
22jan2008

Resumos para conferência Changing the Change na Itália

Devem ser enviados até o dia 18 de fevereiro os resumos para a conferência internacional Changing the Change, que será realizada em julho deste ano na cidade italiana de Turim, no contexto de sua escolha pelo Icsid (International Council of Societies of Industrial Design) como capital mundial do design de 2008.

A conferência, direcionada a pesquisadores em design, tem como finalidade discutir propostas e ferramentas para que o design assuma papel ativo na transformação da sociedade atual em uma sociedade sustentável. Os resumos deverão ter entre 500 e 700 palavras e o prazo limite de submissão dos artigos finais é 26 de maio. Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no site: www.changingthechange.org.

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14jan2008

Artigo: Os 5 sentidos e a Experiência do Usuário

Marcos Nahr fala em artigo interessante da importância da percepção e não somente dos estímulos nervosos das sensações.

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14jan2008

Artigos da revista Infodesign, sobre design de informação

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Edição 1|4, Tipografia e design da informação

Edição 2|4, Design da informação em mídias digitais interativas

A edição 2|4 da revista Infodesign pode ser lida no site: www.infodesign.org.br. Para acessar a edição 1|4,  o link “Outros números”, no menu. No qual podem ser encontradas as edições anteriores da revista.

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12dez2007

Os paralelos entre design gráfico e design digital - por Felippe Santos

Embora o design gráfico e o design digital estejam localizados em extremos da mesma ponte, podemos encontrar diferenças e similaridades, que podem ser aplicadas em seus suportes.

O universo do design gráfico, compreende basicamente formato e tipo de papel a serem utilizados para diagramação. Por lidar com uma mídia tátil, o design gráfico está extremamente perto do usuário final, ou seja, pode-se perceber o design já pelo toque, a escolha do suporte por si só, já é uma forma de comunicação. Exemplifico; o uso de capas duras, em couro, com cantos em feiches dourados, passa uma idéia de algo mais respeitoso, uma trabalho mais formal, a ser bem cuidado, da mesma forma que uma revista em papel com baixa gramatura, impresso em 1 cor e um acabamento com grampos, já apresenta uma logísitica de trabalho diferente, provavelmente idealizada com recursos mais reduzidos e consequentemente para um público não tão preso à embalagem e ao seu arquivamento.

O design digital ou design para internet, que envolve um computador como forma de interação com o usuário, traz um leque de infinitas possibilidades de abordagem entre usuário-máquina-usuário, pois como a tela é intermediária e pode ser alterada instantaneamente, tudo é possível. Desde a diagramação inicial de uma tela, até a reconfiguração total por parte do usuário, pode-se ver como cada vez mais o usuário é a peça fundamental na idéia.

É justamente no conceito de interação que encontramos o que parece afastar o papel e a tela, mas como já foi dito que os caminhos para o design digital estão em aberto, o design gráfico também pode usufruir de algumas características próprias. Podemos até já citar algumas formas de mesclar o gráfico e a web numa só idéia.

Com a crescente descoberta de novos materiais, surgem também novas alamedas, como papéis fabricados apartir de vegetais, que trazem não só uma textura distinta, como também a possibilidade de se trabalhar com o olfato, outra; podemos usar folhas de papel carbonado onde o usuário também aplicará suas idéias no papel, ou seja, a interação sem o uso de telas e cliques apenas.

Ainda nessa idéia, vemos como a adição de pequenos objetos eletrônicos podem ser moldados e serem aproveitados a serviço da comunicação, como mini-falantes encontrados principalmente em livros infantis, porém sua utilização não termina aí. Existe também o uso de facas, constantemente empregado em revistas, que porém, deve ser pensado como forma de entregar ao usuário uma referência, uma leitura espacial e condizente com o tema proposto.

Já no design digital, existem características próprias como anteriormente dito, e a principal parece ser a reconfiguração da suas idéias, a possibilidade de que cada usuário construa seu universo livremente. E essa idéia, aplicada em largo tempo, se torna o registro de uma época, pois suas mudanças apresentam a quebra de antigos paradigmas, e o surgimento de novos conceitos.

Um bom designer, sabe fazer uso desses dois modelos disponíveis e construir uma ponte entre o gráfico e o digital, assim cada pessoa que tiver a referência de um modelo, estará intimamente ligado ao seu conteúdo, não sendo mais necessário explicitar sempre ao usuário seus objetivos e informações.

Felippe Magyar dos Santos
26 nov. 07

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1 COMENTÁRIO Armando Fontes Design Gráfico, Design de Produto
11dez2007

Projeto Artesanato Brasil com Design

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“Um projeto da Caixa Econômica Federal levou os designers Ângela Carvalho e Lars Diederichsen a conhecer o Brasil, ou melhor, esse Brasil do Norte, Nordeste e Centro-Oeste que ainda se acredita ser o mais rico em tradições culturais e em expressões artesanais.
O resultado é uma bela coleção na qual permanece a mão artesanal e, ao mesmo tempo, se percebe a sensibilidade do designer.”

Para ver outras matérias sobre Artesanato na ARC Design.

*Senti no fundo uma inveja sadia. Sonho a muito em fazer um dia uma expedição Brasil a dentro, ou até mesmo por Minas Gerais, pra ver se essas informações culturais nos são definitivamente absorvidas, na hora de representarmos nosso país e sair da mesmice da tendência da estética atual.

A dupla percorreu 8 estados, 15 cidades e 25 comunidades.

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